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quinta-feira, 9 de junho de 2011

OS 10 MANDAMENTOS DO COLECIONADOR

Será que existem regras para ser um colecionador? Acredite, dependendo do objeto colecionado existem várias regras ou mandamentos a serem seguidos, neste caso, os "10 mandamentos" que eu recomendaria são os seguintes :


- É impossível possuir todos os itens dentro do universo de um determinado objeto ;

- Estipule um percentual ou valor de sua renda para a aquisição destes objetos ;

- Mesmo que a tentação seja grande, procure não ultrapassar tais limites ;

- Lembre-se que antes de mais nada , a coleção é para o seu prazer e não para trazer- lhe problemas, sejam eles de quaisquer natureza ;

- Sempre haverá alguém que possui um determinado item que você não possua, então concentre-se na sua coleção ;

- Sempre haverá alguém que deseja algo que só você possua, então cuidado com os "amigos colecionadores" ;

- Estabeleça um "foco" em sua coleção, ficará mais fácil de administrá-la. Saber os objetos que você já possui , também ajuda bastante, faça como o Tio Patinhas não abandone nunca o seu nº 1;

- Participar de um grupo de colecionadores faz bem para a auto-estima, abri novos horizontes, lhe trará novas amizades, novas fontes de aquisição, novos conhecimentos e oportunidades. Porém fique atento ao 5º e ao 6º Mandamentos;

- Toda a coleção tem um fim, seja em número de objetos, falta de espaço em casa, para dedicar mais tempo à Família, pela chegada da sua morte, ou pelo simples prazer de pensar que todos aqueles desejos já foram realizados;

10º
- Divirta-se o quanto puder e Orgulhe-se dos seus "MIMOS".



E que o Papai do Céu afaste nossas miniaturas dos que as chamam de "carrinhos de ferro" e principalmente das diaristas, que vem limpar nossas casas uma vez por mês.




sexta-feira, 3 de junho de 2011

Cuidado para o prazer não se transformar em doença.

Quem nunca fez uma coleção, por menor que tenha sido? O colecionismo é uma prática habitual, mas, quando se transforma em algo exagerado, é sintoma de um problema psicológico e pode ocasionar um transtorno obsessivo compulsivo.
Selos, relógios, chapéus, autógrafos, miniaturas, filmes, postais, caixas de fósforos, moedas antigas, figurinhas, revistas em quadrinhos, livros, souvenirs, dedais, chaveiros, cadernos... A lista de objetos de coleções comuns por aí é tão extensa como a lista das razões que levam as pessoas a iniciarem e ampliarem cada vez mais suas coleções.

Também há aqueles, que se iniciam na atividade de maneira despreocupada, juntando objetos sem maiores pretensões, até descobrirem o prazer da prática e não conseguirem ou não quererem parar. Há ainda quem comece por um fato específico, como ao ajudar os filhos colecionadores ou ao descobrir e desfrutar de uma coleção de outra pessoa.

No entanto, em determinadas ocasiões, o desejo de colecionar, em princípio prazeroso e inofensivo, pode se transformar em um transtorno psicológico caso sejam ultrapassados certos limites, como acaba de demonstrar uma recente pesquisa feita por especialistas da Universidade de Granada, na Espanha.

Do hobby à obsessão

Quando esta atividade é cultivada de forma controlada, colecionar objetos é benéfico do ponto de vista psicológico, já que permite desenvolver habilidades e atitudes muito positivas para o indivíduo, como a perseverança, a ordem, a paciência e a memória, explica a professora Francisca López Torrecillas, do Departamento de Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico da Universidade de Granada.

Mas, segundo a especialista em dependência, colecionar objetos também pode se transformar em um problema, já que "a excessiva pressão e o bombardeio publicitário para promover todo tipo de coisas colecionáveis pode fazer com que as pessoas com tendência a sofrer um transtorno obsessivo compulsivo desenvolvam esta patologia psicológica".


A professora afirma que nos últimos anos "foi detectado um aumento muito grande" de casos em que o colecionismo exagerado gerou um Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ou um vício nas compras.


"Colecionar objetos de maneira exagerada é um sintoma do TOC, um grave problema psicológico (que tem como uma de suas variantes a 'Síndrome de Diógenes', que é acumular grandes quantidades de lixo dentro de casa), e da dependência do ato de comprar, duas doenças mentais que afetam aproximadamente 12% da população". Segundo Francisca, "características como uma excessiva necessidade de controle, o perfeccionismo e a meticulosidade são muito frequentes nas pessoas que têm como hobby colecionar objetos, mas também estão muito relacionadas com os transtornos psicológicos mencionados".


Cuidado para o colecionismo não se transformar em obsessão - e, portanto, em um problema - "naqueles sujeitos que apresentam uma vulnerabilidade pessoal", isto é, "têm baixa autoestima, dificuldade de se relacionar e de lidar com obstáculos".
Quando surge este sentimento de ineficácia pessoal, "o colecionismo compulsivo os ajuda a se sentir melhor", segundo a especialista.

*alguns textos tirados do site http://www.clubenoticia.com.br
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